A oferta agregada de uma economia é dada por uma função de produção tal que:
$$ Y = F(K, N, T) $$
Em que $Y$ é o produto real da economia, $K$ é o estoque de capital, $N$ é a quantidade de trabalho e $T$ é o nível tecnológico.
Hipóteses sobre a função de produção
$Y$ aumenta quando $K$, $N$ e $T$ aumentam, ou seja, $F_K>0, F_L>0$ e $F_T>0$.
Apresenta retornos constantes de escala, ou seja $zY = F(zK, ZN, ZT) = zF(K, N, T)$.
Apresenta produtividade marginal dos fatores decrescente, ou seja:
$$ \frac{\partial F_K}{\partial K}<0, \frac{\partial F_N}{\partial N}<0 $$
Estoque de capital e tecnologia são dados, ou seja $K = \bar{K}$ e $T = \bar{T}$, portanto a única forma de ajuste na quantidade ocorre via trabalho.
Mercados competitivos, de tal forma que as firmas não afetam o preço do produto ou dos insumos.
As firmas escolhem o quanto desejam contratar dos insumos $N$ e $K$ para maximizar o lucro, ou seja:
$$ \max_{K, N}\pi=PY-(wN+rK) $$
As soluções do problema acima ocorrem em $F_K = \frac{r}{P}$ e $F_N = \frac{w}{P}$, ou seja, o benefício marginal de contratar mais insumos tem de ser igual ao custo real de se contratar esses insumos.